sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sono tranquilo, seu filho merece!Dicas para seu bebê ter um sono tranquilo.


Crianças com dificuldades para dormir nos tiram o sono, não é mesmo?
Veja aqui o que fazer e o que evitar para superar esse problema.


EVITE:

Que eles assistam televisão até a hora de dormir:
Crianças são facilmente influenciadas pelos programas de tevê de uma maneira que os adultos não podem imaginar. Elas não conseguem distinguir entre fantasia e realidade do modo como elas são apresentadas pela tevê. Assim, elas poderão parecer calmas, mas em seu interior poderão estar agitadas e abaladas. Até mesmo programas calmos podem ter o mesmo efeito.

Brigar com ele pouco antes de mandá-lo para a cama:
Não brigue com seu filho nem com qualquer outra pessoa na casa. Por serem criaturas emotivas, as crianças são muito mais afetadas pelos sentimentos negativos que emergem desses conflitos do que os adultos. Os adultos podem se ressentir durante mais tempo, mas as crianças são mais profundamente afetadas por esses distúrbios emocionais.

Dar comida pouco antes de dormir:
A comida precisa de tempo para ser digerida. Enquanto dormimos, a digestão é mais lenta do que quando estamos acordados. Resultado: gases, sensação de empanturramento e dores estomacais. É claro que nenhuma dessas condições ajuda a obter um sono reparador. Mas não confundamos refeição com a amamentação, que provoca sono. Bebês e crianças de colo em fase de amamentação devem tomar o leite materno quantas vezes quiserem.

FAÇA:

Faça-a dormir com música suave. Cantar canções de ninar é um método comprovado de fazer uma criança dormir.
Ler ou contar estórias, contos e poemas para sua criança enquanto elas se estendem na cama é um outro importante e efetivo modo de induzi-las ao sono.


Exercícios diários
Uma boa noite de sono deve ser o coroamento de um dia de atividades. Portanto, o que a criança faz ou deixa de fazer durante o dia afeta a maneira como ela dorme. Uma maneira simples de assegurar que ela tenha sono ao final do dia é fazer com ela alguns exercícios leves, de preferência pela manhã.

Luz do sol:
Passeios matinais sob a luz do sol são muito positivos, pois ajudam os componentes químicos do cérebro a estabelecer o ciclo diurno normal.

Magnésia na dieta:
Magnésia é conhecida como um relaxante muscular natural, e as melhores fontes para obtê-la são as comidas verdes, como os vegetais, legumes, saladas, algas etc.

Chá de camomila:
Um bom remédio para a insônia é um copo quente de chá de camomila, que realmente funciona, sem açúcar ou adoçantes. O chá é mais recomendável que o leite morno (o leite industrial, não o materno), pois este pode ser uma possível fonte de alergia e requer uma digestão prolongada, o que não ajuda em nada a se conseguir um sono tranquilo.

Banho quente antes de dormir:
Um banho morno antes de dormir é agradável, relaxante. E saudável, e um bom caminho para induzir ao sono tanto adultos quanto crianças: o banho noturno limpa o corpo, amacia a pele, revigora o sistema respiratório e relaxa a mente.



sexta-feira, 1 de julho de 2011

Primeiro dia de Aula...

PRIMEIRO DIA DE AULA DO MATERNAL

A entrada da criança na escola maternal aí pelos 2 ou 4 anos provoca essas dúvidas e angústias nos pais, principalmente na mãe, que é quem geralmente sente "na pele" o "drama" do primeiro dia de aula.
Essas dúvidas têm razão de ser. Não é fácil para a criança dessa idade enfrentar a separação da mãe. Também não é fácil para a mamãe aceitar que seu filhinho tão pequeno possa ficar "numa boa" longe dela, sob cuidados de pessoas que afinal são pouco mais que estranhas. Palpites dos parentes (avós, tias, etc.) às vezes aumentam as dúvidas e hesitações da mãe. Por sua vez, a família precisa entender que adaptação à escola envolve a própria escola, a criança e a mãe a saber lidar com a situação.
Com a convicção de que a educação infantil é necessária ao seu(sua) filho(a), a mãe deverá ser confiante no trabalho educacional que a escola vai oferecer e assim se sentirá mais serena e será mais fácil ter atitudes coerentes e firmes, o que transmitirá segurança à criança pois a hesitação e insegurança trará a ansiedade a criança e tudo ficará mais difícil.

O DIFÍCIL É SE SEPARAR DA MAMÃE
Da parte da criança, a dificuldade maior não é propriamente "se acostumar com escola", mas sim separar-se da mamãe. Pela primeira vez nesse ambiente que é novo e estranho, entre pessoas desconhecidas, no meio de uma porção de crianças que ela não conhece, algumas tão assustadas como ela mesma, se vê e se sente abandonada pela mamãe e pode temer com terrível angústia, que a mãe não volte para buscá-la. Se a mamãe saiu "escondida", aproveitando um momento de distração da criança, esta se sente "traída" e a sensação de abandono se acentua.
Mesmo as crianças mais seguras e calmas, sentem algum receio no primeiro dia – afinal tudo que é novo assusta, e a mamãe não está lá para ela se refugiar.
Mesmo a mãe mais convencida da necessidade da escola à vezes se sente insegura e tem dificuldade para lidar com essa situação. A criança ás vezes tem sentimentos contraditórios: quer ir para a escola sim, mas também quer a mamãe junto. Como ajudá-la a compreender que terá as duas coisas? Como fazer com que ela comece a participar das atividades e gostar disso, se ela está, ás vezes, quase em pânico?



A FASE DE ADAPTAÇÃO

Na primeira semana de adaptação acontecem muitas brincadeiras lúdicas e acreditamos que nesta semana é possível traçar o diagnóstico afetivo e emocional de cada aluno, por isso pedimos que não deixe seu filho se ausentar. Pode acreditar, as crianças gostam da escola, é só uma questão de tempo.
Como fazer isso? – É necessário que a mãe passe muita segurança e que venha buscá-la no horário combinado, pois ela confia no que a mãe diz. A família deve incentivar tudo que for feito no ambiente da escola, para que no dia seguinte ela possa se sentir mais segura.

Esse período não dura mais que uma semana, daí então tudo ficará mais fácil e a criança já conseguirá entender. A escola é um ambiente seguro e toda equipe já está preparada para resolver qualquer conflito de adaptação.
Agradeço a confiança e estarei sempre à disposição para esclarecimentos sobre o assunto..

 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Como aplicar limites.

As crianças precisam de limites.
Não estamos preparados para estabelecer limites falta-nos habilidade para fazê-lo. Falamos demais, exageramos na emoção, e em muitos casos, equivocamo-nos na nossa forma de expressar com clareza e demasiada autoridade. Quando necessitamos dizer as crianças que devem fazer algo e “agora” (recolher os brinquedos, ir para a cama, etc.), devemos ter em conta alguns conselhos básicos:
Devemos ter objetividade
É frequente ouvir de nós mesmos e de outros pessoas, expressões como “comporte-se bem”, “seja bom”, ou “não faça isso”. As expressões significam diferentes coisas para diferentes pessoas. As crianças nos entenderão melhor se dermos nossas ordens de uma forma mais concreta. Um limite bem específico diz a uma criança exatamente o que deve ser feito. “Fale baixinho na biblioteca”; “Dê de comer ao cachorro agora”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”. Esta é uma forma que pode aumentar substancialmente a relação de cumplicidade com eles.
Ofereça opções
Em muitos casos podemos dar as crianças uma oportunidade limitada de dizer como cumprir suas ordens. A liberdade de oportunidade faz com que uma criança sinta uma sensação de poder e controle, reduzindo as resistências. Por exemplo: “É hora do banho. Você quer tomar banho quente ou frio?”; “Está na hora de se vestir. Você escolhe sua roupa ou quer que eu escolha?”. Esta é uma forma mais fácil e rápida de dizer a uma criança exatamente o que fazer.
Sejam firmes
Em questões realmente importantes, quando existe uma resistência à obediência, necessitamos aplicar a disciplina com firmeza. Uma disciplina firme diz a uma criança que ela deve parar com tal comportamento e obedecer suas ordens imediatamente. Por exemplo: “Vá para o seu quarto agora”, ou “Pare! Os brinquedos não são para atirar”. Os limites firmes são melhor aplicados com uma voz segura, sem gritos, e um sério olhar no rosto. Os limites mais suaves supõem que a criança tem opção de obedecer ou não. Exemplos de limites leves: “Por que não leva seus brinquedos para fora daqui?”; “Você deve fazer as tarefas da escola agora”; " Venha pra casa agora, está bem?” e “Eu realmente gostaria que se limpasse”. Esses limites são apropriados para momentos quando se deseja que a criança aja num certo caminho. De qualquer modo, para essas poucas obrigações, “deve estar feito”, você será melhor cúmplice da criança se lhe aplica uma ordem firme. A firmeza está entre o suave e o autoritário.
Acentue o positivo
Os meninos são mais receptivas em fazer o que lhes ordenam. Ordens como “não”, ou “pare” dizem a uma criança o que é inaceitável, mas não explica que comportamento realmente gostaria. Em geral, é melhor dizer a uma criança o que deve fazer (“Fale baixo”) antes do que não deve fazer (“Não grite”). Pais autoritários dão mais ordens “não”, enquanto os demais estão propensos a dar a ordem de “fazer”.
Mantenham-se à margem
Quando dizemos “quero que vá pra cama agora mesmo”, estamos criando uma luta de poder pessoal com as crianças. Uma boa estratégia é fazer constar a regra de uma forma impessoal. Por exemplo: “São 8 horas, hora de se deitar” e lhes ensine as horas. Neste caso, alguns conflitos e sentimentos estarão entre a criança e o relógio.
Explique o porquê
Quando uma pessoa entende o motivo de uma regra, como uma forma de prevenir situações perigosas para si mesmas e para outros, se sentirá mais animada a obedecê-la. Deste modo, quando se aplica um limite, deve-se explicar à criança o porque tem que obedecer. Entendendo a razão para a ordem, ajuda as crianças a desenvolverem valores internos de conduta ou comportamento – uma consciência. Antes de dar uma longa explicação que pode distrair as crianças, manifeste a razão em poucas palavras. Por exemplo: “Não morda as pessoas. Isso vai machucá-las”; “Se você joga fora os brinquedos das outras crianças, elas se sentirão tristes porque elas ainda vão querer brincar com eles”.
Sugira uma alternativa

Sempre que aplicar um limite ao comportamento de uma criança, tente indicar uma alternativa aceitável. Por fazê-lo, soará menos negativo e seu filho se sentirá menos em desvantagem. Deste modo, empenhe-se em dizer: “Não sei se você gostaria do meu batom, mas isso é para os lábios e não para brincar. Aqui você tem um lápis e um papel em troca”. Outro exemplo seria dizer: “Não posso te dar um caramelo antes da janta, mas posso te dar um sorvete de chocolate depois”. Oferecendo-lhe alternativas, a estará ensinando que seus sentimentos e desejos são aceitáveis. Este é um caminho de expressão mais correto.
Seja seriamente consistente
Uma regra concreta de limite é evitar uma ordem repetitiva. Uma rotina flexível (dormir às 8 da noite, às 8 e meia na próxima, e às 9 na outra noite) é um convite à resistência e se torna impossível se cumprir. Rotinas e regras importantes na família deveriam ser efetivas dia após dia, ainda que esteja cansado ou indisposto. Se você dá as crianças a oportunidade de contornar as suas regras, eles seguramente tentarão resistir.
Desaprove a conduta, não a criança
É necessário que deixemos claro para as crianças que nossa desaprovação está relacionada ao seu comportamento e não diretamente a eles. Não os estamos rejeitando. Longe de dizer “Criança má” (desaprovação da criança). Deveríamos dizer: “Não morda” (desaprovação da conduta). Em lugar de dizer “realmente não posso te controlar quando você age dessa maneira”, deveríamos dizer: “Essas latas não são para jogar fora. Devem permanecer na prateleira do armário”.
Controle as emoções
Os especialistas dizem que quando os pais estão muito irritados, castigam mais severamente e são mais propensos a ser verbamente e/ou físicamente abusivos com seus filhos. Existem fases que necessitamos agir com mais calma e contar até dez antes de agir. A disciplina é basicamente ensinar a criança como deve se comportar. Não se pode ensinar com eficiência se você é extremamente emocional. Diante de um mal comportamento, o melhor é respirar por um minuto e depois perguntar com calma: “o que aconteceu aqui?”. Todas as crianças necessitam que seus pais estabeleçam regras de conduta para o comportamento aceitável. Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos das crianças e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos.

Como tratar as crianças.

A maioria dos adultos trata as crianças como se elas não tivessem nenhuma sabedoria em relaçao ao que desejam,ao que é essencial para vida delas.Em nosso relacionamento com elas usamos a mesma prática de condicionamento utilizada nos laboratorios de psicologia experimental e uma metodologia semelhante usadas nos ratinhos.Nosso objetivo é obter as respostas que achamos comvenientes a partir do nosso ponto de vista,na verdade limitamos seu campo de expêriencia e não permitimos que elas sejam crianças,E comum ouvirmos quando alguem faz uma coisa boba ser rotulada imediatamente de criança,Quando rotulamos alguém dessa forma não estamos sendo justos com as crianças,As crianças não e sinônemo de gente boba,imaturidade,idiotice e irresponsabilidade.No entanto ja usamos ou já presenciamos muita gente usando o termo infantil de forma pejorativa.